domingo, 7 de junho de 2009

Vagabundability Maturity Model (VMM) - Part II


Os 5 níveis do modelo

Nível 1 - O Caos

Neste nível o profissional tem de trabalhar muito, porque não existem processos. As tarefas são atribuídas e tem que ser desenvolvidas em um curto espaço de tempo. Os cronogramas são apertados e existe um grande desgaste dos profissionais, gerando péssima qualidade de serviços.

É o nível inicial da maioria das empresas que produzem software. O nível mais caótico, com péssima qualidade, a menor rentabilidade e onde o trabalho é exagerado.

Nível 2 - Repetitível

Neste nível alguns "processos" e técnicas são definidas, mas o trabalho diminiu muito pouco. Não existem “processos” encadeados e estes ficam restritos a fase de projeto. Num mesmo projeto, os profissionais não tem o mesmo nível de conhecimento dos “processos” e por isso não conseguem ficar ociosos.

Nível 3 - Definido

Neste nível os "processos" são definidos para toda a organização, seguindo aquela máxima: repita um “processo” tantas vezes até que comecem a achar que ele funciona e após isso, passe para outro “processo”. Assim sendo, se todos os envolvidos comecam a encadear os processo da mesma maneira, a ociosidade não será questionada, pois torna-se um comportamento organizado.

Esse é um nível bastante organizado e difícil de chegar pois envolve uma coordenação entre os pares que não é facil de conseguir. Sempre existem profissionais dispostos a trabalhar e tentar “subir” na vida. Isso acaba em produto final e os encadeamento de “processos” é quebrado. É imprescindível coletar estatísticas sobre a eficácia dos “processos” para não fazer nada para possibilitar a evolução contínua do desenvolvimento e manter a ociosidade em completa harmonia. Outro fato importante é eliminar os profissionais que teiman em executar “tarefas” e quebrar o ciclo vicioso de “processos”.

Nível 4 - Gerenciado

Neste nível os "processos" são coordenados de maneira global para que tudo pareça estar funcionando de maneira completa e organizada e gerando resultados. Deve-se ter o cuidado de sempre definir resultados intangíveis e vagos para que os níveis superior da organização não possam questionar a eficácia do “processo”, já que a qualidade é total e o lucro é alto.

Os “processos” são analisados e melhorados baseados nos dados colhidos no nível 3, e o encadeamento é geral. Neste nível o produto final ainda é gerado, mas a ociosidade predomina. Todos os profissionais envolvidos seguem encadeamento de “processos”, formando um loop coordeando e gerenciável. Este nível é a grande melhoria do “morcegation”, mas o ocio ainda não está completo.

Nível 5 - Melhoria Contínua

Neste nível os “processos” estão totalmente encadeados e organizados de maneira que geram um loop permanente. O cliente acredita no “processo” e o próprio ócio é um processo. Toram-se natural o “morcegation” e ainda dá uma visão de qualidade e faturamente, possibilitando valorizar o profissional ao máximo.

Também neste nível o “processo” está institucionalizado gerando imensas possibilidades comercias (você tornou-se um consultor... e como todos sabemos, 100% ocioso).

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